São Luiz Gonzaga

(Conhecido também como São Aluísio Gonzaga ou Aloysius Gonzaga)

São Luís Gonzaga nasceu em Castiglione, Itália, a 9 de março de 1568, filho primogênito do Marques de Ferrante de Castiglione, D. Fernando Gonzaga, príncipe do Império, e de Marta Tana Santena.

O desejo do seu pai era que o seu filho mais velho fosse um grande líder militar. D. Fernando Gonzaga leva Luís, com 5 anos, numa expedição guerreira à Tunísia. Andava com uma miniatura de armadura militar e com uma espada. Tornou-se o orgulho da tropa. Queimara o rosto ao disparar um mosquetão sozinho, reprimindo varonilmente a dor. Depois, sem que ninguém percebesse, saiu escondido e, de repente, um tiro de canhão. Dom Fernando manda uma patrulha em direção ao tiro. Descobrem a peça ainda fumegante e, por trás das rodas do canhão, Luís que trabalhava por sacudir o pó. O pai, então manda-o de volta para Castiglione.

 

A CONVERSÃO

Luiz ouvia certos palavrões que os soldados diziam e, mesmo sem entender o significado, repetia-os para diversão da tropa. Uma vez, de volta para casa, seu tio, Del Turco, o ouviu falar palavrões, então o censurou com seriedade. Bastou-lhe esta censura para a vida inteira. Nunca mais falou algo com que devesse se envergonhar. Foi o início do que Luís chamaria, mais tarde, da sua Conversão. O conhecimento do pecado e sua oposição a Deus, foi a grande novidade que veio sobressaltar a alma dele, mesmo ainda criança. Poucos anos bastaram para que o amor de Deus enchesse inteiramente o coração puro de Luís. Este primeiro desenvolvimento culminou mais ou menos aos 7 anos de idade. Nesta idade ele experimentou uma visão espiritual e decidiu a buscar a vida religiosa. Ele dizia suas preces matinais e à noite, desde sua infância e agora começava a recitar o Oficio da Bem-aventurada Virgem Maria todos os dias bem como os sete Salmos penitentes e outras devoções.

Quando ele tinha nove anos seu pai o colocou com o seu irmão Ridolfo aos cuidados do tutor Francesco de Medici em Florença para ensiná-los o Latim e o italiano puro da Toscania. Mas Luiz fez mais progresso nos estudos dos santos que nos seus estudos. Dois anos mais tarde em 1579 seu pai mudou os jovens para a corte do Duque de Mantua, que mais tarde o fez governador de Montserrat. Já com o a idade de 11anos Luiz decidiu renunciar aos títulos e propriedades que tinha herdado. Logo depois ele contraiu um dolorosa doença renal que o atormentou pelo resto de sua vida. Mas deu a ele uma desculpa para gastar mais tempo em orações e ler a vida dos santos, escrita pelo grande Surius. Ele começou a praticar severos e austeros jejuns com pão e água e não acendia fogo ao orar no inverno. Inspirado por um livro de missionários jesuítas na Índia, ele começou a se preparar com a idade de 12 anos para ser um missionário jesuíta. Ele reuniu um grupo de jovens pobres e começou a ensiná-los o catecismo durante os feriados de verão em Castiglione.

Durante o tempo em Florença ele tinha a sua vida na corte com tudo a que tinha direito: festas, brinquedos, roupas, aulas de dança, professor de caligrafia. Mas Luís já não era mais criança. Estava conscientemente empenhado na formação do próprio caráter. Já fazia algum tempo que Luís vinha pedindo ao mestre Del Turco para que lhe procurasse um confessor. Del Turco apontou-lhe o padre Della Torre, reitor do colégio dos jesuítas. Daí para frente começou a formar sua personalidade interior, atento a tudo que pudesse desfigurá-la. Primeiro, a IRA, a "fraqueza dos fortes". Em poucas semanas conseguiu dominá-la. Segundo, o Noviciado da Língua: nenhuma palavra mais que pudesse ferir os outros. Falar somente o necessário. Terceiro, tratar a criadagem segundo o Espírito do Cristianismo. Por suas atenções para com os criados, desfrutava de grande veneração entre eles. Quarto, o Sacramento da Penitência, que foi e continuou sendo para Luís a fonte onde buscava força e estímulos para uma constante e esmerada formação do seu caráter. Através deste instrumento singular da Graça, desenvolveu-se nele aquela extraordinária clareza e segurança de consciência que, anos mais tarde, haveria de assombrar o seu próprio confessor, São Roberto Bellarmino. Luís considerou sempre o Sacramento da Penitência como o ponto central de sua vida interior.

 

Nossa Senhora e a Castidade

Também em Florença, Luís costumava visitar com freqüência a igreja de Nossa Senhora "Santíssima Annunziata", e deter-se demoradamente diante do quadro da Anunciação. Os olhos puros de Maria tocaram-no profundamente. Pareciam que estavam a lhe fazer um convite: "Filho, não queres ser como Eu fui e ainda Sou? Não Me queres dar teu coração para que Eu o entregue a Jesus como propriedade sua para sempre?" Sua resposta foi simples e singela. Ante o quadro da Anunciação, numa hora de recolhimento e de graça, depositou nas mãos de Maria todo o seu ser virgem e emitiu o voto de perpétua virgindade. Daquele tempo em diante ele nunca olhou uma mulher no rosto, nem mesmo a sua mãe.

 

1580 Volta a Castiglione: vida de oração

Junho de 1580. Abrem-se novos horizontes. Algo aconteceu com respeito à oração. Rezava ora nos cumes das montanhas, ora no interior do seu quarto. Espreitando-o por uma fresta da porta, os camareiros viam-no ajoelhado no chão, diante de um grande crucifixo de prata, único ornato em seu quarto, abismado em oração, braços estendidos ou com as mãos postas, sereno, imóvel. E de seus olhos corriam lágrimas de amor e felicidade. Costumava, aos descer as escadas, saudar em cada degrau a Medianeira de Todas as Graças com uma Ave-Maria. Luís tornou-se um grande homem de oração. A princípio rezava 1 hora de manhã e 1 hora à noite. Depois, passou a prolongar a oração durante a noite. Começou, então, a célebre luta contra as distrações na oração. Esta tornou-se o grande propulsor de toda a vida de Luís. Dizia: "A plenitude evangélica só se adquire com o estudo da oração. Não pode jamais a ser perfeito quem não for homem de oração".

 

1580 Primeira comunhão

De visita a Castiglione, o cardeal São Carlos Borromeu pergunta a Luís se já havia recebido a santa Comunhão. Luís respondeu que não. No dia 22 de junho de 1580, festa de Santa Maria Madalena, recebeu, na igreja Matriz, das mãos do Cardeal São Carlos Borromeu, a sua Primeira Comunhão. Tinha 12 anos de idade. Quando, durante a Missa, o celebrante erguia o Corpo do Senhor para a adoração dos fiéis, corriam pelas faces de Luís lágrimas de emoção, porque começava a desvendar-se, diante dele, os mistérios da Redenção.

 

1581 Espanha

Em 1581 parte com a família rumo à Espanha, convidado que fora seu pai a integrar a comitiva de Da. Maria da Áustria. Luís, e seu irmão Rodolfo, foram destacados para o serviço imediato do jovem príncipe herdeiro, D. Diogo, filho de Felipe II. Estava Luís Gonzaga com 13 anos. Intensificou sua vida de oração. Às vezes levava cinco, ou mais, horas de esforços para se livrar das distrações. Vestia-se modestamente, muitas vezes como pobre. Mas a todos causava respeito. Após 1 ano na corte, o príncipe herdeiro morre. Luís começa a preocupar-se com o futuro. Queria decidir sobre a vocação.

 

Vocação

Depois de muita oração, decide consagrar toda sua vida a Deus entrando numa Ordem religiosa. Mas, QUAL? Pouco a pouco a COMPANHIA DE JESUS foi predominando. Ainda viviam vários padres do tempo de Santo Inácio. Mas o que exerceu um último e decisivo influxo, foi o fato da garantia que a Ordem lhe dava de jamais ser elevado a honras ou dignidades eclesiásticas. Ser um simples homem entre outros homens, todo para Deus e para a salvação das almas. Resolveu e ficou em paz. Pede luz à Mãe do Céu, Nossa Senhora do Bom Conselho. Sente a certeza. Seu confessor confirma a decisão. Luís vai imediatamente comunicar a decisão a sua mãe. Esta leva a notícia ao marquês. Da parte deste, primeiro admiração; depois, raiva e, finalmente, um não decidido! Luís resolve enfrentar o pai. Ameaçado de chicotadas, responde; "Peço a Deus que me conceda a graça de, se for preciso, sofrer pacientemente pela minha vocação". Passam-se dois anos de luta entre os dois. Deixam para resolver o assunto na volta para a Itália.

 

1584 Volta à Itália

São Luís estava com 16 anos. Mandado a visitar os principados vizinhos, conservou-se forte e puro. Quanto à vocação, o marquês volta à carga: "Vai-te daqui para fora e não apareças mais diante dos meus olhos!" Luís deixa a casa paterna. O pai manda trazê-lo de volta. Novos vitupérios. Luís tranca-se no quarto. O pai, preocupado, vai expiar. O que vê? Luís prostrado de joelhos, diante do crucifixo, repetindo jaculatórias ao seu Jesus. Ao mesmo tempo, com mão firme, vergastava tão violentamente suas costas, que o sangue já aparecia nas estrias. O marquês, impressionado, concede-lhe, finalmente, a permissão. Escreve ao geral da Companhia de Jesus entregando-lhe o seu primogênito, o que de mais caro possuía no mundo!

 

1585 A abdicação

O dia 2 de novembro de 1585 foi o dia da abdicação. O notário termina a leitura da renúncia de todos os bens. Luís assina sem vacilar. Retira-se para o quarto. Dentro de instantes volta já trajando a batina preta dos jesuítas.

 

1585 Ingresso na Companhia de Jesus

Aos 20 de novembro de 1585, entra no noviciado de Santo André, em Roma. Começa a observância fiel das regras. Antes de terminar o primeiro ano de noviciado é mandado a Nápoles, a fim de retomar os estudos. Uma das razões era que a sua saúde já começava a dar sinais de abalo. Mas o clima de Nápoles foi pior. Em maio de 1587 é chamado de volta a Roma, onde concluiria o ano letivo. Sobressaiu nos estudos de filosofia. Escolhido para a disputa solene, três cardeais compareceram. Em 1587, fez os Santos Votos de Pobreza, Castidade e Obediência na capela do Colégio Romano. Não havia completado ainda 20 anos. Em 1589, enquanto passava o verão na casa de campo de Frascati, o padre, depois santo, Roberto Bellarmino avisa-o que deve viajar para sua terra natal. Problemas de família. Resolve-os e vai continuar seus estudos em Milão. Durante sua estadia nesta cidade, sente que estava próxima sua viagem para a pátria definitiva. Volta a Roma, decidido a empregar, com toda energia, o tempo que lhe restasse, na preparação para o encontro com o Senhor. Entrega tudo o que tinha ao P. Reitor e inicia o seu quarto e último ano de teologia.

 

1591 O Apóstolo da Caridade

Em 1591, a peste bate às portas da Itália. Contavam-se, aos milhares, as vítimas em Roma. Luís sentiu que sua grande hora havia chegado. Quis tornar-se um simples Irmão enfermeiro a serviço do próximo. Somente no Colégio Romano eram tratados 300 indigentes. Insiste para cuidar dos doentes, preferindo os mais pobres e necessitados. O zelo de Luís fá-lo descuidar de certas precauções. Os superiores o proíbem de trabalhar no hospital, com medo do contágio. Pede, então, para ser transferido a outro hospital menos perigoso. Para lá dirige-se no dia 3 de março de 1591. No caminho, topa na rua com um empestado. Levanta-o e carrega-o nos ombros até o Hospital da Consolação. Volta para casa minado pela febre. O germe da morte infiltrara-se em seu corpo extenuado. Recolhe-se logo ao leito, o seu leito de morte! Em cinco dias a doença leva-o às portas da morte. Vem uma primeira crise. Resiste, ainda, por três meses. A 10 de junho, escreve uma carta de despedia a sua mãe: "Recebi sua carta ainda em vida nesta terra dos mortos. Em breve, porém, irei louvar a Deus na eternidade, terra dos vivos... Nossa separação não durará muito. Lá em cima nos reencontraremos". Depois disso, Luís só falava do céu: "Desejo dissolver-me e estar com Cristo".

 

1591 A Morte

Caía a tarde de 20 de junho. Era uma quinta-feira, oitava da festa de Corpus Christi. Pede que lhe tragam a santa comunhão. Após a comunhão, pede para despedir-se de cada um em particular. Na hora do desenlace, três pessoas ficaram no quarto. Ao entrar a noite, somente um padre estava no quarto. Este aproxima-se do leito de Luís e pergunta-lhe se precisava de alguma coisa. "Ajudai-me...estou morrendo!" Depois, pede que o virem para o outro lado. Os outros dois padres volta. Colocam uma vela na mão do moribundo. Luís segura-a firmemente. Com a outra mão, aperta firmemente ao peito o crucifixo dos agonizantes. mantinha o olhar fixo num outro crucifixo que haviam colocado aos pés da cama. Onze da noite, um leve tremor, e dos lábios de Luís, um hálito de respiração e um, bem apagado, "Jesus!" Fim! Luís Gonzaga voara para a eternidade! Era o dia 21 de junho de 1591. Luís Gonzaga tinha 23 anos!

Foi beatificado em1605. E foi Canonizado em 1726.

Em 1926 foi proclamado modelo e protetor da juventude pelo Papa Pio XI.

 

 

NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ, SÃO LUIZ GONZAGA APARECEU PELA PRIMEIRA VEZ NO DIA 14 DE ABRIL DE 2013 E NOS COMUNICOU UMA MENSAGEM. EI-LA:

 

Mensagem de São Luiz Gonzaga - 14/04/2013

 

“Amados irmãos Meus, Eu, Luiz Gonzaga, exulto de alegria por poder vir dar-vos a Minha primeira Mensagem.

Oh, como vos amo! Oh, quanto vos quero bem! Oh, quanto quero ajudar-vos a chegardes à alta Santidade para a maior Glória de DEUS, da Virgem Imaculada e de São José, por isso, digo-vos: Renunciai a todo o pecado, porque o pecado mata a vida da Graça santificante nas vossas almas. Deplorai o pecado e deixai o pecado de uma vez por todas, para que Satanás não possa ter nenhuma influência sobre vós e para que assim, aumente a influência do Divino ESPÍRITO SANTO para que, com Seus divinos influxos, impulsionem sempre mais as vossas almas sempre mais à frente no caminho da Santidade. Renunciai a todo o pecado, pois o pecado corta o elo Divino que vos une ao SENHOR, que vos une à Mãe de DEUS e com isso, vós perdeis as Graças necessárias para a vossa santificação, tornando-vos cada vez mais tíbios, lânguidos e cada vez mais obscurecidos pelas trevas do mal. Se renunciardes ao pecado, a vossa alma, bem unida, ligada ao SENHOR e à Mãe de DEUS, receberá Deles os influxos necessários, as Graças necessárias para a vossa santificação, e então vos digo: nem todo o inferno poderá fazer nada contra vós. Se o vosso Amor for verdadeiro, se o vosso Amor for fiel e puro, ainda que tenhais pequenos defeitos na vossa pessoa, isso não vos impedirá de serdes Santos, nem mesmo a privação de tantas coisas que amais vos impedirá de serdes Santos. O Amor, o verdadeiro Amor dentro de vós será decisivo para a vossa santificação. Não sejais daqueles que coam um mosquito e engolem um camelo, ou seja, que se preocupam com coisas vãs e insignificantes e deixam crescer cada vez mais o pecado na vossa alma. Oh, não! Não vivais em Paz com os vossos pecados, pois se isto fizerdes, a vossa alma certamente se condenará. Fazei guerra aos vossos defeitos e pecados e junto com a Oração, crescei cada vez mais em boas obras diante de DEUS. Pouco e nada vale Rezar, mas não fazer guerra aos próprios defeitos e pecados; pouco e nada vale manter uma aparência exterior de ser servo de DEUS, se o interior está completamente carcomido pelo cupim do pecado, especialmente daqueles pecados que vós não mortificais, contra os quais não lutais e que deixais silenciosamente carcomer a vossa alma como um cupim voraz. Oh, não! Extirpai até o mínimo pecado do vosso coração, para que então, ele seja Belo, Puro, Santo, Íntegro, Honesto, verdadeiro servo do SENHOR e então a vossa Oração será aceita ao SENHOR com agrado e prazer. E então Ele realizará nas vossas vidas o Seu Plano de Amor e até muitas Graças que vós lhes pedis na Oração.

A Oração só é agradável ao SENHOR quando acompanhada do sim do coração, do esforço sincero por vencer o pecado, combater os defeitos, de crescer no caminho da Santidade. Se pelo menos tiverdes essa intenção pura, este desejo já é o suficiente para que a vossa Oração seja acolhida no Céu e realize na vossa vida grandes Milagres, grandes Graças retumbantes de Amor.

Eu, Luiz, vos peço: renunciai a todo pecado, pois o pecado é o causador de todos os males, dores, discórdias, guerras, tragédias e infelicidade que existem e acontecem no mundo. Se os homens renunciassem ao pecado, eram abençoados por DEUS e DEUS lhes daria uma vida tão harmoniosa, tão bela e tão pacífica quanto aquela que os primeiros Pais tinham no Paraíso.

Propagai mais o Santo Rosário, porque o Rosário extirpará as heresias, combaterá os vícios e o pecado, dará às almas a força interior para renunciarem a todo o tipo de pecado e responderem sempre mais sim ao SENHOR. Continuai com o Terço das Lágrimas de Sangue, com as Horas de Oração que os Sagrados Corações vos mandaram fazer Aqui, porque com essas Orações vossas almas são fortes, os grupos de Oração são fortes e, através das vossas Orações, o demônio é sempre mais derrotado no mundo.

Eu, Luiz, prometo rogar por todos vós junto dos Sagrados Corações para conseguir para vós as Graças necessárias para a vossa santificação, mas vós também Rezai. Muito do que Eu poderei alcançar para vós, não depende só da Minha Oração, mas também da vossa, então, juntos Rezemos e alcançaremos o Milagre da Divina Misericórdia para este mundo decaído no pecado. E então, as famílias, a juventude, a sociedade, a infância, a Igreja, que agora está como uma leprosa repleta de chagas, abertas nela pelos seus próprios pastores, os bispos e sacerdotes que acolheram no seu interior: os erros do progressismo, do modernismo, do comunismo, do protestantismo e de tantos males infernais juntos; com a Nossa Oração alcançaremos o Milagre da Divina Misericórdia que fará a Igreja e a humanidade golpeadas de morte ressuscitarem para um novo tempo de Santidade e de Graça que Nós do Céu pedimos todos os dias para vós e tanto queremos trazer para vós.

Sobre este Santuário, sobre este Local Sagrado, hoje desce uma abundante chuva de bênçãos dos Sagrados Corações de JESUS, da Mãe de DEUS e principalmente de São José, porque hoje Ele olha com agrado, com predileção e com suma alegria para a grande Imagem do Seu Amantíssimo Coração colocada Aqui no pátio deste Santuário. Sim, através desta nova Imagem o Coração de São José multiplicará ainda mais as Suas Graças, as Suas Bênçãos e converterá muitos corações endurecidos. Em verdade Eu digo: todo aquele que se ajoelhar perante esta Imagem e com o coração sincero suplicar o auxílio de São José, a essa alma, a esse filho, será mostrada a estrada segura da Santidade e esta alma caminhará com passo firme na estrada da Perfeição, pois não somente São José, mas também Eu e todos os Santos do Paraíso pegaremos a mão desta pessoa e conduziremos esta alma seguramente à Gloria do Céu.

A todos vós hoje, abençôo com grande Amor e especialmente a ti, Marcos, que há tantos anos sei que Me amas, sei que Me Rezas e sei que sempre estás Comigo.”

 


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